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Avaliação
do Zumbido

Avaliação completa para entender a origem do seu zumbido

Um exame completo para investigar as possíveis causas do zumbido, medir seu impacto e definir o melhor caminho de tratamento.

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O zumbido pode parecer um apito, chiado, pressão, cigarra, motor, panela de pressão ou som pulsando no ouvido. Em muitos casos, ele está ligado a alterações auditivas, metabólicas, musculares, emocionais ou circulatórias.

A avaliação do zumbido ajuda a entender o tipo de zumbido, o quanto ele afeta sua vida e quais exames ou tratamentos fazem mais sentido para cada caso.

Por que investigar o zumbido?

Zumbido não é diagnóstico. É um sintoma que precisa ser investigado.

O zumbido pode ter várias causas. Ele pode surgir por perda auditiva, exposição a ruído, envelhecimento da audição, alterações da mandíbula ou cervical, doenças do ouvido, alterações metabólicas, uso de medicamentos, estresse, sono ruim ou, em alguns casos, alterações vasculares.

Por isso, a avaliação não deve olhar apenas para o som que o paciente escuta. Ela precisa investigar o ouvido, a audição, o impacto emocional, a sensibilidade a sons e possíveis sinais de alerta. O Tratado de Audiologia reforça que o zumbido é um sintoma, não um diagnóstico, e que a investigação busca identificar causas tratáveis e afastar situações que possam comprometer a saúde do paciente.


Quando procurar avaliação:

  •  Zumbido persistente ou incômodo

  •  Zumbido em apenas um ouvido

  •  Zumbido pulsátil, como batimento

  • Zumbido associado a perda auditiva, tontura ou pressão no ouvido

  • Zumbido que piora sono, concentração, ansiedade ou qualidade de vida

O que é avaliado no exame?

Uma avaliação que mede o zumbido e também o impacto dele na sua vida

Durante a avaliação, analisamos as características do zumbido e sua relação com a audição.
O objetivo é transformar uma queixa subjetiva em informações clínicas úteis para guiar o tratamento.

A avaliação pode incluir:

  • Acufenometria: identifica a frequência e a intensidade aproximada do zumbido.

  • LDL: mede o limiar de desconforto a sons e ajuda a investigar hiperacusia.

  • MML: avalia o nível mínimo de som necessário para mascarar o zumbido.

  • Inibição residual: observa se o zumbido reduz temporariamente após estímulo sonoro.

  • Questionários como THI ou TFI: medem o impacto funcional, emocional e na qualidade de vida.

  • Audiometria e imitanciometria: investigam perda auditiva e alterações da orelha média.

A literatura técnica recomenda integrar acufenometria, LDL, MML, inibição residual, questionários de impacto e história clínica para uma análise mais completa do zumbido.

Como é feita a Avaliação do Zumbido?

Exame não invasivo, seguro e personalizado

A avaliação é feita em ambiente controlado, com equipamentos audiológicos calibrados. O paciente responde perguntas sobre o zumbido e realiza testes auditivos com sons de diferentes frequências e intensidades.

O exame não dói, não exige sedação e não utiliza contraste. Em alguns momentos, o paciente apenas informa qual som se parece mais com o zumbido, qual intensidade se aproxima da percepção real e a partir de qual volume o som começa a incomodar.
O protocolo técnico geralmente começa com anamnese, otoscopia e audiometria. Depois são realizados testes como acufenometria, LDL, MML e inibição residual, conforme a indicação clínica.


Tempo médio:
Em geral, a avaliação pode levar de 40 a 90 minutos, dependendo da complexidade do caso e dos exames associados.

Para quem a avaliação é indicada?

Indicada para quem quer entender a causa e o melhor tratamento para o zumbido


A avaliação é indicada para pessoas que convivem com zumbido constante ou recorrente, especialmente quando ele interfere no sono, concentração, trabalho, comunicação ou bem-estar emocional.

Também é indicada quando o zumbido aparece junto com perda auditiva, tontura, sensação de ouvido tampado, dor, sensibilidade a sons, ansiedade, insônia ou piora após exposição a ruído.

Principais indicações:

  • Zumbido recente ou persistente

  • Zumbido unilateral ou assimétrico

  • Zumbido pulsátil

  • Zumbido com perda auditiva

  • Zumbido com tontura ou pressão no ouvido

  • Suspeita de hiperacusia

  • Monitoramento antes e depois do tratamento

  • Planejamento de terapia sonora, aparelhos auditivos ou TRT

 

As indicações de rotina para avaliação completa incluem zumbido incômodo ou persistente, zumbido unilateral ou assimétrico, início súbito e necessidade de documentar medidas de base para tratamento e acompanhamento.

Depois da avaliação: um plano direcionado para o seu tipo de zumbido

O resultado ajuda a definir o caminho: tratar a causa, reduzir o incômodo e recuperar qualidade de vida

Após a avaliação, os resultados são analisados junto com a história clínica e o exame médico. Em alguns casos, o foco é tratar uma causa específica, como rolha de cera, otite, perda auditiva, disfunção da mandíbula, alterações metabólicas ou suspeitas vasculares.

Quando não existe uma causa única corrigível, o tratamento pode ser direcionado para reduzir a percepção e o incômodo do zumbido. Isso pode envolver terapia sonora, aparelhos auditivos, orientação especializada, TRT, acompanhamento psicológico, fisioterapia, investigação do sono, controle metabólico ou abordagem multidisciplinar.

A terapia sonora e o aconselhamento são estratégias importantes porque ajudam a reduzir o ciclo de atenção, medo e estresse relacionado ao zumbido.

A abordagem multidisciplinar também é recomendada quando há perda auditiva, hiperacusia, ansiedade, alterações musculares ou causas clínicas associadas.

Entenda melhor o seu zumbido e receba uma orientação personalizada para o seu caso.

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