Cada exame responde a uma pergunta clínica diferente.
A escolha do exame não deve ser feita de forma isolada. O mais importante é compreender o sintoma, correlacionar com a avaliação otorrinolaringológica e selecionar o teste mais adequado para cada hipótese diagnóstica.
Para quem esses exames são indicados?
Esses exames podem ser indicados em diferentes fases da vida, desde recém-nascidos até idosos.
A indicação depende da história clínica, dos sintomas e dos exames auditivos prévios.
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Recém-nascidos que falharam no Teste da Orelhinha.
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Bebês com fatores de risco para perda auditiva.
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Crianças com atraso de fala ou suspeita de dificuldade auditiva.
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Crianças que não conseguem realizar audiometria convencional com segurança.
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Adultos com perda auditiva assimétrica ou suspeita de alteração neural.
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Pessoas com zumbido persistente ou hipersensibilidade sonora.
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Pacientes com tontura, vertigem ou desequilíbrio.
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Idosos com perda auditiva, dificuldade de compreensão de fala ou necessidade de investigação mais completa da via auditiva.
Quando procurar exames audiológicos avançados?
Quando a audiometria comum não responde tudo.
Alguns sintomas exigem uma investigação mais detalhada da audição.
O exame certo muda a qualidade do diagnóstico.
Exames audiológicos avançados ajudam a diferenciar alterações da cóclea, do nervo auditivo, da orelha média, das vias auditivas centrais e do sistema vestibular. Eles são especialmente importantes quando há suspeita de perda auditiva infantil, atraso de fala, falha no teste da orelhinha, zumbido persistente, tontura recorrente, assimetria auditiva ou dificuldade de compreensão de fala.
Você pode precisar de exames audiológicos avançados se apresenta:
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Zumbido persistente ou de difícil controle.
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Sensação de ouvido tampado sem explicação clara.
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Dificuldade para entender fala em ambientes ruidosos.
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Desconforto ou dor com sons do dia a dia.
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Perda auditiva assimétrica ou progressiva.
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Tontura, vertigem ou sensação de desequilíbrio associada a sintomas auditivos.
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Suspeita de alteração na orelha interna ou nas vias auditivas.
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Exames auditivos anteriores normais, mas sintomas persistentes.
Esses sintomas podem ter origens diferentes. Por isso, o exame certo depende do raciocínio clínico, da história do paciente e da hipótese diagnóstica que precisa ser investigada.
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Investigação objetiva da audição em bebês e crianças pequenas.
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Estimativa de limiares auditivos quando a audiometria comportamental não é suficiente.
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Avaliação da função coclear por emissões otoacústicas.
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Análise da condução neural pelo BERA/PEATE.
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Avaliação eletrofisiológica complementar em perdas auditivas importantes.
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Estudo do zumbido, hipersensibilidade sonora e tontura.
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Apoio ao diagnóstico e planejamento terapêutico.
Por que realizar esses exames em uma clínica especializada?
Exames eletrofisiológicos e audiológicos avançados são altamente dependentes da técnica de realização, da escolha do protocolo, da qualidade do equipamento e da experiência de quem interpreta os resultados. Um mesmo nome de exame pode gerar informações muito diferentes dependendo de como ele é conduzido.
Na AudioLiv, os exames são realizados por profissionais com formação avançada, incluindo nível de mestrado e doutorado, e experiência específica em audiologia clínica, otologia, zumbido, tontura e investigação auditiva infantil.
• Protocolos individualizados conforme idade, suspeita clínica e objetivo do exame.
• Integração entre fonoaudiologia especializada e otorrinolaringologia.
• Interpretação orientada para diagnóstico e plano terapêutico, não apenas emissão de laudo.
• Ambiente preparado para bebês, crianças, adultos e idosos.
• Experiência com casos complexos de perda auditiva, zumbido, tontura e reabilitação auditiva.
O que são exames audiológicos avançados?
Exames audiológicos avançados são avaliações complementares que investigam aspectos específicos da audição além dos limiares medidos na audiometria tonal convencional.

Eles podem avaliar, por exemplo:
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função das células sensoriais da cóclea.
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A presença de alterações retrococleares.
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A adaptação ou fadiga da via auditiva diante de sons contínuos.
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A tolerância a sons intensos.
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A relação entre zumbido e percepção sonora.
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A presença de sinais sugestivos de alterações da orelha interna.
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A capacidade do sistema auditivo de lidar com sons complexos.
Na prática, esses exames ajudam a transformar sintomas subjetivos — como zumbido, incômodo sonoro ou dificuldade de compreensão — em informações clínicas mais objetivas para orientar diagnóstico, conduta e reabilitação.
Qual exame pode ajudar em cada situação?
A indicação depende da avaliação clínica, mas alguns sintomas costumam exigir investigações específicas.
Falha no teste da orelhinha
Atraso de fala
Zumbido Avaliação do Zumbido
Zumbido + tontura
Tontura ou vertigem
Ouvido tampado que vai e volta
Dificuldade para entender fala
Dificuldade no barulho
Incômodo com sons
Suspeita no nervo auditivo
BERA / PEATE, Emissões, Estado Estável
BERA / PEATE, Estado Estável
Emissões, BERA / PEATE
Eletrococleografia, Otoneurológico
Otoneurológico
Eletrococleografia, Avaliação do Zumbido
P300, Outras Avaliações
P300, Outras Avaliações
Avaliação do Zumbido, Outras Avaliações
BERA / PEATE
Nem sempre um único exame responde tudo. Em muitos casos, a investigação combina testes que avaliam partes diferentes da audição: cóclea, nervo auditivo, cérebro, equilíbrio e tolerância aos sons.



